12-03-2012 - Vivemos um estado democratico?
Basqueteiros, Juristas. Editorial excelente veiculado nas relações de e-mails, como sei que serei vetado, e não estou mencionando a fonte por norma e regulamento, como podem avaliar o que esta escrito, tem fundamento, mas apoiando o antigo gestor da entidade maior de Basquete em o grande retorno, responsável pelas soluções do Basquete no Brasil, responsável pelo que estamos assistindo hoje, foram 12 anos de retrocesso e administração individual. Gostaria de saber? Onde esta o senso critico, o estado democrático de não concordar, fazer pelo Basquete e não pelos interesses individuais, onde estão estas qualidades tão apregoadas??? Abraços Odair V. Sabbag Outra duvida pois não sou jurista voltado ao direito desportivo, segue abaixo a lei: O texto da lei fala: "Lei Pelé:
Art. 24. As prestações de contas anuais de todas as entidades de administração integrantes do Sistema Nacional do Desporto serão, obrigatoriamente submetidas, com parecer dos Conselhos Fiscais, às respectivas assembléias gerais, para a aprovação final.
Parágrafo único. Todos os integrantes das Assembléias Gerais terão acesso irrestrito aos documentos, informações e comprovantes de despesas de contas de que trata o caput deste artigo."
Trata-se de garantia outorgada às 27 Federações filiadas à CBB, que terão assento na AGO do próximo dia 26 de março visto que a nenhuma foi negado o direito de voto.
Pergunto? 1) - Se a entidade maior de Basquete transfere recursos públicos as Federações como foi veiculado, as Federações não se enquadram neste quesito? Caso afirmativo quem tem direito a ter acesso aos Balanços e Extratos das mesmas?
2) - A Lei se aplica somente a CBB ou também é extensiva as Federações? São duvidas que não consigo elucidar? Abraços Odair V. Sabbag ========================================================================================================================================================= Parabenizamos ao Kouros e toda sua diretoria pela decisão de criar a 2ª divisão no LNB, assunto que há anos vem sendo discutido dentro do basquete brasileiro e agora sai do papel para se tornar uma realidade. Entendemos que este seja o melhor caminho para aquelas equipes que sonham disputar o campeonato mais importante do País o NBB/LNB. Outro fator positivo pelo que tivemos conhecimento é a mudança no regulamento, permitindo que um estado tenha mais de 50% das equipes do numero total que participam de um NBB especifico. Realmente a idéia é excelente alem de abranger um maior numero de equipes a nível nacional, promoverá a descentralização e a massificação do basquete junto as 5 regiões do país. Se olharmos também pelo lado social será de grande importância para o país como um todo o campeonato de 2ª, abertura de postos de trabalho nos vários seguimentos do basquete do Brasil. Entendemos que o somatório destes fatores positivos deverá fazer com que o basquete dentro dos próximos 5 anos cresça no ranking de esportes mais praticados no Brasil, entretanto não conseguimos vislumbrar que em menos 5 anos o basquete possa ocupar o lugar entre os três esportes mais praticados dentro do desporto nacional como um todo. Para que o basquete volte ocupar o lugar de segundo esporte mais praticado torna-se necessário um projeto mais abrangente, estruturado e integrado entre os seguimentos NBB, CBB, Federações, clubes, universidades, colégios e a implantação de projetos comunitários que levem o basquete as comunidades mais carentes, um projeto que julgamos que abrange dois seguimentos o social e da massificação, caso isto não aconteça não vemos como possa acontecer o basquete voltar ao lugar de segundo esporte mais praticado dentro do país. massificação . Dentro do principio do ditado: QUE UMA ANDORINHA NÃO FAZ VERÃO , não adiantará somente a NBB/LNB continuar o trabalho competente e profissional que vem fazendo se não houver ressonância nos demais seguimentos do basquete do Brasil, por exemplo trabalho de base do basquete hoje no país, de conhecimento de todos, não sabemos se esta falido, em concordata ou moribundo. Nosso entendimento se os aspectos anteriormente mencionados não forem atacados pelos vários seguimentos através de uma política macro para o basquete do Brasil, sinceramente não vemos como nos próximos 5 anos o basquete se torne o segundo esporte mais praticado dentro do país, até pela estrutura que precisa para sua pratica, diferentemente do futebol, vôlei etc hão de concordar. Considerando que não temos oficialmente conhecimento do projeto como um todo entendemos que deva constar do seu bojo o tradicional subida e caída, regra básica e fator motivador para promover a competição entre aqueles que desejam participar do campeonato mais importante do país que é o NBB/LNB. Vemos como de bom tamanho os dois últimos da categoria principal caírem para segunda divisão e os campeões e vice da segunda divisão subirem. Esta é a nossa visão, torcendo para o sucesso da segunda divisão gerido pela NBB/LNB, assim como tem acontecido nos demais NBB's.
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